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5.2 - Segunda Aula: Maria pôs-se a Caminho
5.2 - Segunda Aula: Maria pôs-se a Caminho

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 1 - Acolhida: Preparamo-nos com devoção para o estudo da Palavra de Deus, unindo-nos em oração com todos aqueles que compartilham deste momento conosco. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, iniciamos este instante tão especial do nosso dia, dedicando-nos a estudar e conhecer sobre a Palavra Divina, através do Evangelho de Lucas. 

 

Oração inicial: "Senhor meu Deus, eu te agradeço pela oportunidade de mergulhar na tua Palavra e aprender mais sobre o teu Filho através do Evangelho de Lucas. Peço que o teu Espírito Santo ilumine a minha mente e o meu coração, abrindo-me para compreender as lições que tens a me ensinar. Ajuda-me a aplicar esses ensinamentos em minha vida diária, crescendo em fé, amor e obediência. Que este tempo de estudo me aproxime ainda mais de Ti e me transforme para a tua glória.  Amém."

 

3- Motivando a aula de hoje: No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, um influenciador católico fez declarações que geraram debates acalorados por um bom tempo. Ele defendeu a submissão das mulheres aos homens, argumentando que elas foram criadas para serem "auxiliares" e que a liderança foi concedida por Deus aos homens. Além disso, criticou o empoderamento feminino, classificando-o como uma "ideologia moderna". Essas opiniões provocaram polêmica, principalmente por perpetuarem papéis tradicionais de gênero.

 

Por outro lado, o texto de Lucas 1, 36-45, que será o foco do nosso estudo desta semana, apresenta uma perspectiva distinta, enaltecendo o papel das mulheres, especialmente na figura de Maria, a mãe de Jesus. Nesse episódio, Maria visita sua prima Isabel, e ambas são exaltadas por sua contribuição fundamental à história da salvação. Isabel reconhece a grandeza de Maria ao declarar: "Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre!" Esse trecho destaca a dignidade, a relevância e o protagonismo das mulheres no plano divino, evidenciando a fé e a coragem exemplares de ambas.

 

Ao comparar essas perspectivas, percebe-se que a mensagem do Evangelho enfatiza o valor intrínseco das mulheres e sua participação ativa no plano de Deus, contrastando com as palavras do influenciador, que parecem limitar o papel feminino a uma visão restrita de submissão. Essa comparação nos inspira a refletir sobre como a Bíblia celebra a mulher em toda sua plenitude, indo muito além de papéis específicos e tradicionais.

 

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4-  Situando texto: O texto de Lucas 1,36-45 surge no contexto do anúncio do nascimento de Jesus e da preparação para a chegada do Messias. Ele faz parte do Evangelho de Lucas, que é conhecido por destacar o papel das mulheres e os aspectos humanos da história da salvação.

 

Nesse trecho, Maria, grávida de Jesus, visita sua prima Isabel, que também está grávida de João Batista. O encontro entre as duas mulheres simboliza a conexão entre o Antigo e o Novo Testamento, representados por João Batista, o precursor, e Jesus, o Salvador. Isabel, ao sentir o bebê em seu ventre saltar de alegria, reconhece a grandeza de Maria e do filho que ela carrega, exaltando-a com as palavras: "Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre!"

 

Esse episódio ocorre em um momento de transição e esperança, onde Deus escolhe pessoas humildes e aparentemente frágeis, como Maria e Isabel, para desempenharem papéis fundamentais no plano divino. Ele reflete a valorização da fé, da coragem e da obediência a Deus, destacando a importância das mulheres na história da salvação.

 

5-  Leitura do texto:  Agora, abra sua Bíblia e leia com atenção o texto de Lc 1,39-43. Deixe-se acolher pela Palavra de Deus e permitindo-se envolver pela alegria divina que sempre vem ao nosso encontro. Ao ler o texto perceba como Isabel acolhe Maria, qual o significado da exclamação de Isabel: 'Bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto do teu ventre e as imagens de Deus apresentadas no Cântico de Maria. 

 

6 - Meditação: O que o texto me diz? Nessa etapa a pergunta que nos orienta é: o que o texto me diz? Uma forma de meditar é perceber o que lhe chamou a atenção, sejam palavras, versículos, trechos ações, etc. E identificar porque lhe chamou a atenção.

 

Todo texto sempre diz algo, fala alguma coisa. E interpela, isso é, questiona o leitor, lhe dizendo esse algo. O texto interroga o leitor, e o leitor pode interrogar o texto. Essa é uma forma de meditá-lo, colocando perguntas que chegam à mente a partir do que foi lido. Você pode interrogar o texto se quiser. Pode também identificar o que nele lhe chamou a atenção, e tentar meditar sobre porque lhe chamou a atenção.

 

O texto de Lucas 1,36-45 faz parte do relato sobre a visita de Maria a Isabel, após o anúncio do anjo Gabriel de que Maria seria a mãe de Jesus. Este trecho traz diversas mensagens ricas espiritualmente:

 

6.1- Confirmação da promessa divina: Isabel, apesar de idosa e estéril, está grávida de João Batista. Isso mostra que para Deus nada é impossível, reforçando a confiança nas promessas divinas.

 

 

6.2 - Encontro de duas mulheres de: Maria e Isabel representam um momento de alegria e partilha. A saudação de Maria faz com que João exulte no ventre de Isabel, um sinal da presença de Deus.

 

 

6.3 - A bênção de Maria: Isabel proclama Maria "bendita entre as mulheres" e reconhece Jesus como o "Senhor", mesmo antes de Seu nascimento. Isso destaca a fé de Isabel e o papel singular de Maria no plano divino.

 

 

6. 4- A fé como resposta: Isabel elogia Maria por acreditar nas palavras do Senhor: "Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido". Essa frase nos desafia a refletir sobre a nossa própria fé e confiança em Deus.

 

Esse trecho nos convida à contemplação da fé, da humildade e da alegria que vêm de reconhecer a ação de Deus em nossas vidas

 

 7- Interpretando o texto: O trecho de Lucas 1,39-45 narra o episódio que imediatamente sucede ao anúncio do anjo. É essencial compreender a conexão entre essas duas cenas para entender melhor o texto em questão. No anúncio angelical, Maria ficou naturalmente espantada (Lc 1,29). Afinal, a mensagem parecia absurda: como ela poderia ser mãe se ainda não havia convivido maritalmente com o prometido esposo? Inicialmente, essa notícia trouxe à Maria um presságio de tragédia, colocando seu futuro matrimônio com José em risco, pois, já comprometida, uma gravidez precoce poderia comprometer o relacionamento.

 

Apesar disso, de maneira corajosa, Maria questionou o mensageiro divino, buscando esclarecimentos (Lc 1,34). O próprio anjo tratou de tranquilizá-la, afirmando que tudo era obra do Deus que realiza o impossível, transcende a lógica humana e age de maneira incompreensível aos padrões terrenos. Como prova, citou o exemplo de Isabel, uma mulher idosa e estéril, que já se encontrava no sexto mês de gestação (Lc 1,36-37). Esse exemplo parece ter ajudado a convencer Maria de que algo extraordinário e fora dos padrões tradicionais também poderia acontecer com ela. Assim, em um ato de bravura e ousadia, Maria deu o seu “sim” ao anjo.

 

Naquele contexto histórico, as mulheres não possuíam poder de decisão. As solteiras deviam consultar o pai ou o irmão mais velho antes de tomar qualquer atitude, e as casadas, o marido. Por isso, a atitude livre e decidida de Maria, sem depender de qualquer autoridade masculina, representa um marco para o protagonismo feminino. Lucas evidencia essa liderança de maneira especial no Evangelho de hoje, ao colocar duas mulheres como as protagonistas desta narrativa.

 

O trecho inicia afirmando: «Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo apressadamente a uma cidade da Judeia» (v. 39). A expressão temporal “naqueles dias” estabelece uma conexão com o episódio anterior na narrativa de Lucas, indicando que, logo após a anunciação do anjo, “Maria partiu”. O texto, porém, não esclarece os motivos exatos para a partida de Maria. Muitos interpretam como sendo a intenção de servir ao próximo, neste caso, sua parenta Isabel; no entanto, o texto não apresenta nenhuma evidência ou indicação direta nesse sentido.

 

O destino também é descrito de forma vaga e genérica: “uma cidade da Judeia”, localizada na “região montanhosa”. O ato de partir, de sair de si mesma “apressadamente”, reflete a atitude de quem acolhe a salvação oferecida por Deus – uma postura que Maria assumiu com firmeza. Dizer “sim” aos propósitos de Deus, como ela fez, é permitir-se ser transformada por Sua Palavra. Aqueles que experimentam a ação divina em suas vidas não permanecem estáticos, mas se colocam em movimento, renovando suas mentalidades e atitudes. É essa transformação que o evangelista busca destacar.

 

Assim como o anjo apresentou a gravidez de Isabel como prova de que nada é impossível para Deus, a viagem de Maria também pode ser interpretada como uma expressão de sua curiosidade e desejo de confirmar a autenticidade do anúncio. Além disso, Lucas demonstra claramente a intenção de reunir as duas mães: a jovem e a idosa, a virgem e a estéril. Nas aparentes contradições da história, Deus se manifesta de forma extraordinária. Ao colocar as mães juntas, também os filhos se encontram, destacando os verdadeiros protagonistas implícitos da cena.

 

O evangelista não descreve o conteúdo exato da saudação de Maria, mas é provável que tenha sido o tradicional shalom hebraico, saudação típica do povo judeu que expressa a plenitude dos bens messiânicos. Como modelo exemplar de discípula, Maria antecipa aquilo que Jesus mais tarde ensinará aos seus seguidores: «Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: paz para esta casa» (Lc 10,5). Essa saudação vai além de simples palavras; é uma verdadeira comunicação de vida, um gesto de amor e uma transmissão de energia transformadora.

 

Por essa razão, o evangelista escreve: «Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo» (v. 41). Mãe e filho, ambos preenchidos pelo Espírito Santo, respondem à chegada do Salvador que Maria já carregava consigo. Cada um reage de acordo com suas possibilidades: o filho, pulando no ventre; a mãe, com palavras, tornando-se uma verdadeira profetisa.

 

Isabel e o filho em seu ventre reconhecem, pela fé, que é o Senhor quem, através de Maria, está visitando-os. Esse reconhecimento, que Isabel logo expressará em palavras, revela seu papel profético e sua profunda gratidão pelas maravilhas que Deus realizou para ela e para Maria.

 

Após a saudação de Maria, o evangelista concede a palavra a Isabel, que faz notáveis declarações de fé e alegria ao refletir sobre tudo o que estava vivenciando, com razão. Como Zacarias havia ficado mudo devido à sua incredulidade diante do anúncio do anjo (Lc 1,20), Isabel não tinha com quem dialogar sobre os recentes acontecimentos; ela necessitava de alguém que a ouvisse. Por isso, é apenas ela quem fala na cena: «Com grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria em meu ventre. Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”» (vv. 42-45).

 

Inspirando-se no Antigo Testamento, Isabel expressa uma imensa alegria por ter sido agraciada com os favores de Deus, em especial a Sua misericórdia. Sua antiga condição de esterilidade representava para ela uma fonte de vergonha e humilhação; provavelmente, era alvo de insultos e ignorada pelos habitantes do povoado, pois era considerada amaldiçoada. Contudo, o filho concebido em seu ventre provoca uma verdadeira libertação em sua vida, transformando-a em uma mulher livre, com voz e vez para expressar seus anseios e alegrias.

 

Tudo o que Isabel proclama sobre Maria e o fruto de seu ventre – Jesus – traz consigo uma lição que transcende os tempos: a visita do Senhor não basta em si mesma; é indispensável que aqueles que a recebem reconheçam Sua presença. E, como nos ensina Isabel, o Senhor continua a visitar Seu povo incansavelmente.

 

Lucas constrói o discurso de Isabel recorrendo ao Antigo Testamento para evidenciar o cumprimento das antigas promessas e introduzir a distinção entre João Batista e Jesus. A primeira declaração de Isabel marca também a primeira bem-aventurança no Evangelho de Lucas. Mais tarde, as bem-aventuranças proclamadas por Jesus apresentarão o retrato ideal do seu discipulado. Aqui, entretanto, Maria é antecipadamente exaltada como a discípula ideal. A missão do discípulo de Jesus consiste em torná-lo presente onde quer que esteja. Por isso, Isabel reconhece Maria como a primeira bem-aventurada, pois ela já era portadora da salvação e do Salvador antes mesmo do nascimento do Menino.

 

Naquela época, interpretar os sinais de Deus era uma tarefa reservada aos sacerdotes e mestres da Lei. Contudo, Lucas promove uma reviravolta, ao destacar uma mulher – Isabel, antes vista como amaldiçoada por sua esterilidade – como capaz de perceber e interpretar os sinais divinos. Esses sinais não se manifestam nas estruturas monumentais do templo, mas na simplicidade de outra humilde mulher, Maria. Consciente de ser a mãe do precursor e feliz por isso, Isabel reconhece Maria como a mãe do Senhor e expressa sua própria indignidade em recebê-la. Aquele que antes era considerado “esquecido por Deus” agora, cheio do Espírito Santo, é honrado como hospedeiro do Senhor. Esse momento marca o início de uma nova história e reflete a força dos humildes, que reconhecem suas capacidades e poder de transformação ao seguirem a Palavra de Deus.

 

A expressão de Isabel, sentindo-se indigna de receber a mãe do seu Senhor, ecoa as palavras de Davi ao receber a arca da aliança: «Como virá a Arca de Iahweh para minha casa?» (2 Sm 6,9). Com isso, Lucas apresenta Maria como a nova arca da aliança, muito superior à antiga. Enquanto a antiga arca continha a Lei gravada em tábuas de pedra, Maria carrega o próprio Autor da Lei, agora inscrita no coração humano. Seu impacto já não é de medo, mas de amor e misericórdia divinos. Isabel destaca a razão da bem-aventurança de Maria como a nova arca da aliança: a fé. «Bem-aventurada aquela que acreditou» é uma declaração crucial e talvez a mais importante do texto. O que Isabel enaltece em Maria não é a virgindade nem os “bons costumes”, mas a fé.

 

O Evangelho de Lucas, que mais fala sobre Maria, não descreve nenhum currículo ou atributos extraordinários que a qualificariam para o chamado divino. Ele a apresenta apenas como alguém agraciado por Deus, que respondeu com um “sim” de fé. Deus, como mostra a Bíblia, frequentemente escolhe os rejeitados, os excluídos e os humilhados aos olhos humanos, demonstrando que o que realmente importa é a abertura ao seu projeto libertador. Maria abraçou esse projeto plenamente, e por isso foi proclamada bem-aventurada. As bem-aventuranças são uma característica dos preferidos de Deus – os pobres, famintos, humildes e perseguidos (Lc 5,20-23) – e Maria sintetiza tudo isso, tornando-se modelo ideal de discípula e discípulo.

 

Quem adere ao projeto libertador de Deus carrega em si Jesus e, por onde passa, faz com que Ele nasça. Que este tempo do Advento recorde à Igreja sua missão fundamental: fazer Jesus nascer em cada coração. Cumprir essa missão é também trilhar o caminho da humanização do mundo. Ao acolher o Deus que se fez humano, o ser humano se humaniza de verdade. E quanto mais humano se torna, mais se assemelha a Deus.

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8. Contemplando o texto: O6 que o texto me faz experienciar? O que me faz sentir? A contemplação é um tempo de silêncio que nos permite dar tempo a Deus a nos falar em nossos sentimentos, nossa memória, nossa inteligência, enfim em todo nosso ser. Deus fala no silêncio, e pode ser de diversas formas. Pode nos levar a uma intuição nunca imaginada sobre o texto, a um novo sentimento, uma nova experiencia dele e nele em nosso ser. Essa experiencia de Deus em nós, é como se ele rezasse dentro de nós através do que lemos, meditamos.

 

Thomas Merton, Thomas Merton foi um monge trapista, escritor, poeta e ativista social do século XX, define contemplação como o momento em que Deus coloca sementes de sua vontade na nossa vontade. No silêncio ele pode nos falar, colocar sementes de sua vontade em cada pessoa, através do texto lido e meditado. 

 

Dê-se um momento de profundo silêncio. Se desejar entre na cena, observe, contemple os personagens, as falas, e talvez o Senhor lhe fale em seus sentimentos profundos.

 

9 - Conclusão:  O texto de Lucas 1,36-45 faz parte do relato da visitação de Maria a sua prima Isabel, um momento profundamente significativo nos Evangelhos. Algumas conclusões que podemos tirar do estudo desse trecho incluem:

 

9.1 - Deus realiza o impossível: O anúncio de que Isabel, idosa e considerada estéril, está grávida é um sinal do poder divino. Isso reforça a ideia de que, para Deus, "nada é impossível".

 

 

9.2 - A alegria da fé e do Espírito Santo: A alegria transborda nesse encontro. Isabel, cheia do Espírito Santo, reconhece Maria como a mãe do Salvador. Essa alegria reflete a obra de Deus em suas vidas.

 

 

9.3 - Maria como modelo de fé e humildade: Ao ser saudada, Maria demonstra profunda fé e humildade ao aceitar seu papel no plano divino. Isabel a exalta como "bendita entre as mulheres", destacando sua entrega total à vontade de Deus.

 

 

9.4 - O poder da comunhão: A visita de Maria a Isabel nos lembra da importância da solidariedade e do apoio mútuo. As duas se fortalecem na fé ao partilhar suas experiências e bênçãos.

 

Esse trecho enfatiza a fé, a obediência e a presença de Deus em momentos que, à primeira vista, poderiam parecer difíceis ou improváveis.

 

 

10 - Aprofundamento: 

 


 

 

 

 

 

11- Questionario: Continuemos nosso estudo nos dedicando a refletir e a responder às perguntas propostas. Após concluir, escolha uma das perguntas e compartilhe sua resposta com o grupo. Lembre-se: sua partilha é valiosa, pois por meio dela todos podemos aprender e crescer juntos.

 

1- Como Maria demonstra sua disposição e solidariedade ao visitar Isabel

 

2- De que forma a alegria é um elemento central no encontro entre Maria e Isabel?

 

3- O que podemos aprender com a atitude de Isabel ao acolher Maria?

 

4- Qual é o significado espiritual da saudação de Isabel a Maria?

 

5- Como a proclamação de Isabel ('Bendita és tu entre as mulheres') exalta o papel de Maria no plano divino?

 

6- Que aspectos do relacionamento entre Maria e Isabel refletem a importância da comunhão e da partilha na fé?

 

7- Quais mensagens de esperança podemos extrair desse encontro para aplicarmos na nossa vida hoje?